Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 15/05/2021

Desde o século IX onde o feudalismo se iniciou na Europa, e os grupos sociais como a Nobreza, Burguesia, Plebe e os escravos foram denominados, o mundo se adaptou a se manter em algo como uma balança sem equilíbrio, pois enquanto o mais rico, ganha mais riquezas ao decorrer do tempo, o pobre sente mais fome e continua a morrer sem escolha, algo como uma “Sociedade Estamental”, onde também a discriminação e os discursos de ódio são decorrentes de nossos antepassados, e isto pode ser visto na época Iluminista, na Revolução Francesa e Industrial e entre outras. O discurso de ódio é pertinente na idade contemporânea, e é um assunto crítico a ser solucionado.

Durante o pleno século XXI, a palavra do humano é em sua grande parte criticar ou satirizar o outro, independente de quem seja, sua linguagem ou etnia, existe a certeza de que outro irá discursar palavras ofensivas ao de mesma espécie. No Brasil, por exemplo, os negros podem ser considerados um grupo de minoria, isso não em quantidade, e sim em participação social, onde estes ainda sofrem com o racismo e não tem muito lugar de fala, sendo assim discursos de ódio são pertinentes na vida destas pessoas, assim como na vida de diversas outras. Diversas classes se envolvem, mas obviamente as mais baixas são as que sofrem com as consequências, todavia muitos promovem grupos de mobilização social, como um exemplo, a Parada Gay, que é promovida pelos LGBTQIA+.

Mas a razão deste ato de ofensa ocorre naturalmente na sociedade não é nada mais do que uma típica descendência de ancestrais, de acordo com Charles Darwin, o Ódio é um sentimento primitivo, que descende da raiva e medo, e estes andam em uma linha tênue onde podem acarretar o ódio ou a intolerância. E de acordo com Darwin, esta manifestação de raiva pode ser o sentimento mais hostil que um ser humano poderia acarretar. Pode se notar este acontecimento contra muitos civis no mundo urbanos, estes sendo os marginalizados e os moradores de rua, que são xingados e criticados, mas nada efetivo é feito para mudar esta situação, sendo presente o discurso de ódio em sua parte vindo indiretamente ao alvo, sendo normalmente inexplicável o motivo de tal ato.

Portanto, é essencial a uma ação de compreensão do ser humano, isto envolvendo o Governo Federal e Ministérios como o da Justiça e da Educação, isto pois, o Governo federal pode realizar ações sociais como maior proteção e maior punição aos agressores verbais, o Ministério da Justiça pode auxiliar no julgamento e com ajuda do GF (Governo federal), gerar leis que auxiliem o alvo e alerte o enunciador. O Ministério da Educação pode atuar em longo período, criando planos educacionais onde é explicado que o Discurso de ódio é um ato hostil de baixo calão e que isto possa gerar maior redução em gerações posteriores a do século atual.