Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 12/08/2021
A obra “O triste fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, tem como característica mais marcante seu nacionalismo ufanista, acreditando em um país utópico. Nessa perspectiva, o problema associado a intolerância e discurso de ódio contra minorias torna o país ainda mais distante do imaginado pelo sonhador personagem. Portanto, fatores como a desigualdade social e o falho sistema educacional favorecem o agravamento desse impasse no país.
Em primeira análise, vale ressaltar que o constate aumento da desigualdade social, desfavorece soluções acerca de melhorias. Prova disso, dados da “Pnud” (Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento), apresenta que o Brasil é o sétimo país mais desigual do mundo, evidenciando números que precisam ser debatidos. Desse modo, dificultando um possível progresso para um país mais justo e igualitário.
Ademais, a ausência de assuntos como esses em instituições escolares de tornam propícios ao aumento desse obstáculo na sociedade. A frase de Pitágoras “Eduque as crianças e não será preciso castigar o homem”, nota-se, que é de suma importância o ensinamento sobre os desafios que o país sofre. Dessa maneira, causando um impacto de redução da intolerância contra minorias.
Destarte, a inflexibilidade e discursos de ódio contra pessoas mais carentes representam uma ameaça concreta não apenas aos indivíduos diretamente envolvidos como todos cidadãos que, indiretamente, figuram vítimas de seu legado. Nesse sentido, o Estado deve executar melhorias em estruturas educacionais, por meio de verbas. Espera-se, com isso, que a sociedade aprenda a ter empatia com diferentes classes sociais, consequentemente catalisado esse problema.