Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 23/03/2022
Durante a Segunda Guerra Mundial, por conta do Partido Nazista, milhões de judeus morreram vítimas do Holocausto por pertencerem a um grupo semita, ou seja, oposto ao que os Nazistas seguiam. Hitler guiou e liderou o discurso de ódio contra esse povo, e gerou um dos piores eventos da História. A discriminação, ignorância, intolerância e apatia são as causas dos discursos de ódio e fúria de milhares de pessoas, e que, cada vez mais, tem crescido. Na grande maioria das vezes, os alvos são os grupos mais vulneráveis da sociedade, ou chamados: grupos minoritários.
Em primeiro lugar, a liberdade de expressão é um direito garantido para todos os indivíduos. Entretanto, muitas pessoas, acabam usando dessa liberdade de fala para se posicionarem de forma violenta, intolerante, agressiva e discriminatória, seja de caráter religioso, étnico, de nacionalidade, de gênero, entre outros grupos de vulnerabilidade. Estas manifestações de ideias que incitem a discriminação e a exclusão social tem a intenção de impedir a instauração de igualdade de todos os indivíduos, querendo assim tornar discordante as relações e oportunidades coletivas.
Por conseguinte, Gilberto Freyre, ao defender uma miscigenação e mestiçagem, valoriza-se a diversidade, a identidade e a igualdade, sendo capaz de estabelecer uma inclusão e relação de equilíbrio na oportunidade comum e geral dos grupos na sociedade. Trazer as minorias para a sociedade é fazer com que seus direitos sejam colocados em prática, assim como manifesto no Art. 5° da Constituição Brasileira.
Portanto, é de grande importância, que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual e moderno de intolerância e discurso de ódio. Para a amenização da discriminação e violência verbal e física pela propagação do ódio, vale tomar medidas de punição e denúncia para aqueles que cometerem tais atos, além de poder ser considerado crime . Ademais, por meio de verbas governamentais, realizar campanhas de conscientização da população para uma sociedade mais empática, tolerante e inclusiva seria a forma mais acertiva de se combater o extremismo violento.