Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 26/04/2022

No início da década de 1920, Adolf Hitler estabeleceu o Partido Nazista na Inglaterra e durante esse regime propagou o antissemitismo – o preconceito e ódio contra os judeus - portanto, essa política trouxe a ideia de superioridade de uma raça sobre as demais. Nesse sentido, tal ideia gerou uma série de intolerâncias contra os diferentes da raça ariana. Dessa maneira, presentemente nos dias atuais algumas minorias que sofrem com esses discursos de ódio são mulheres e as pessoas que fazem parte da comunidade LGBTQIA+.

Em primeiro lugar, é válido resaltar o quanto a mulher sempre foi alvo de discriminações e muitas vezes foi submissa aos homens e parceiros, devido a uma sociedade que constantemente se desvendou machista. Acerca disso, seria negligente não notar que durante séculos, perdurou a imagem da mulher em condições equivalentes à de escrava, numa época em que ser livre significava, basicamente, ser homem. Por fim, as funções primordiais femininas eram a reprodução, a amamentação e a criação dos filhos.

Em segundo lugar, a comunidade LGBTQIA+ ainda têm um longo caminho a percorrer, no que diz respeito a uma vida mais justa, igualitária e sem preconceitos. Isso porque, apesar de terem alcançado muitas conquistas ao longo dos anos, essa comunidade ainda enfrenta desafios diários, em relação a direitos como saúde, educação, trabalho, entre outros. Sendo assim, em muitos países pessoas LGBTQIA+ foram e ainda são constantemente violentados, presos, torturados e mortos, sem proteção das leis, que podem ser omissas, conter brechas ou até mesmo respaldar a violência contra essa comunidade.

Portanto, os discursos de ódio contra mulheres e pessoas que fazem arte da comunidade LGBTQIA+ hodiernamente é inconcebível, sendo necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, a indústria midiática juntamente com o apoio dos governantes nacionais devem elaborar campanhas que deverão ser difundidas em todo meio de comunicação como forma de desconstruir pensamentos que preguem a violência ou a exclusão. Por meio, também, de palestras informativas em escolas sobre a importância da empatia ao próximo. Dessa maneira, a intolerância contra esses grupos minoritários ficarão no passado.