Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 25/04/2022
Na série brasileira da Netflix “Coisa Mais Linda”, é exposto a realidade das minorias, como LGBTQ+, mulheres e negros. Embora a trama ocorre na década de 50, até o presente discursos de ódio são notados na sociedade. Nessa lógica, não restam incertezas de que a intolerância é um desafio no nosso país, a qual acontece, desafortunadamente, à custa não somente a negligência da população, mas também a desatenção governamental.
A priori, segundo o filósofo Jean-Jacques Rousseau, “O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”, assim notamos que as crianças não nascem intolerantes, porém venham ser ao copiar o modo de conduta do grupo com o qual mais se envolvem. Sendo assim, é perceptível que a sociedade não realiza sua incumbência que é ensinar suas crianças, ao perceber o grande número de pessoas que tem atitudes de repulsão as minorias sociais.
Posteriormente, como impulsionadores do bem-estar geral, as autoridades não executam seu encargo ao desinteressar-se de inúmeros eventos de discriminações contra os grupos minoritários, que propagam o ódio e aumentam a taxa de homicídios, se não forem detidos. Como exemplo, está o homicídio premeditado de um rapaz negro pelo segurança da loja ao executar um golpe, conhecido por mata-leão, por mais tempo do que preciso. Esse caso ganhou interesse rapidamente da internet, mas infelizmente, a insensibilidade do governo.
Por fim, faz-se indispensável mudanças rápidas e enérgicas em que a sociedade enalteça a argumentação sobre o assunto e produza meios que reduzam a repugnância contra as minorias. À vista disso, a escola em conjunto a mídia são recursos primordiais para nortear o desenvolvimento de inclusão social desses grupos por meio do conhecimento das diversidades sociais. O Estado, por sua vez,
tem um papel fundamental na gestão de leis e projetos que tendem a levar a equidade social a todos os grupos que estão em circunstâncias de vulnerabilidade. Apenas com uma sociedade mais “cabeça”, será capaz atenuar os discursos de ódio que empatam o Brasil de ser um país menos violento e brutal, da mesma forma na série “coisa mais linda”.