Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 27/10/2018
Com o aumento da globalização, o acesso a internet e, consequentemente, o uso de redes sociais, como por exemplo, o “Facebook”,fez com que os discursos de ódio e a intolerância alcançassem outro patamar.Em uma sociedade cada vez mais “conectada” é preciso fiscalizar com mais rigor para que crimes como esses não aconteçam mais.
Em épocas de eleições essas práticas se tornam mais frequentes.Recentemente, o ator, José de Abreu, escreveu,em seu instagram mensagens de intolerância contra a atriz, Regina Duarte, pois ela é a favor de certo candidato à presidência da república.Esse é apenas um exemplo das várias discussões políticas envolvendo intolerância e ódio que vemos,diariamente, nas redes socias.
De acordo com dados da ONG Safernet, entre os anos 2010 e 2013, o número de denúncias contra páginas que discriminam as minorias em geral aumentou 200%.Isso é um reflexo do aumento de usuários nas redes sociais e,simultaneamente, da intolerância ao diferente.Para o diretor americado Martin Scorsese:“Intolerância só gera brutalidade”.Sendo assim, também deve ter um acréscimo de órgãos fiscalizadores para evitar que discussos como esses gerem mais violência.
Medidas,portanto, são necessárias para resolver o impasse. Em um primeiro plano, as instituições de ensino, em parceria com as ONGs, podem ajudar nisso, promovendo palestras, discussões e até debates, com o intuito de incentivar as pessoas a serem mais tolerantes, já que vivemos em um país com tanta diversidade.Outrossim, o Ministério da Educação, deve incentivar os alunos de universidades, por meio de bolsas de estudos e prêmios, a criarem aplicativos que ajudem na fiscalização e , posteriormente,na punição de usuários mal intencionados.