Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 28/02/2019
A globalização e as revoluções tecnológicas proporcionaram uma nova forma de comunicação, uma delas são as redes sociais, que possibilitam a formação de grupos que expõem suas ideias e objetivos. Mas, há aqueles que utilizam á utiliza para hostilizar ou estimular a intolerância, seja por questões políticas, religiosas ou raciais. Percebemos a necessidade de olharmos para o passado, sobre as consequências da intolerância, e agirmos com segurança de novas abordagens sobre atual realidade virtual, que pode ser um reflexo da realidade “real”.
Se por um lado, a formação de grupos sociais possibilita uma discussão sobre diversos pontos de vista, ampliando o conhecimento sobre a sociedade e sobre a própria pessoa. Por outro, o discurso de ódio, tem como consequência a agressão virtual ou pessoal, que vai em contraposto as leis dos direitos humanos que objetiva o seu direito de individualidade.
O holocausto provocado por Hitler contra judeus, é um exemplo histórico, que serve como reflexão profunda sobre a consequência da intolerância.
Segundo o sociólogo Durkheim, o homem deve ser coagido a seguir normas sociais que são expostas desde seu nascimento, e sua aprendizagem social ocorre a vida toda. Nesse sentido, viver em sociedade exige mais que aprender a se comunicar por fala e escrita; exige disciplina com relação ao respeito, educação e empatia. Consequentemente, a intolerância nas redes sociais pode ser reflexos de atitudes diárias.
O Estado, deve intervim com leis cibernéticas mais norteadoras sobre os diretos e deveres dos usuários, assim como descrever as possíveis consequências de suas inflações; além de investir em programas de monitoria das redes sociais para identificar e punir os delatores, responsabilizando-os sobre suas atitudes. “Par a par a liberdade, anda a responsabilidade”; (Santo Agostinho).