Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 02/03/2019

É incontestável que o século XX é marcado pelos avanços da tecnologia, a famosa era digital, em que as pessoas estão sempre conectadas. Tudo é rápido, a informação, a notícia e a comunicação. Porém, pessoas também se utilizam dessa ferramenta para discernir o ódio e a intolerância para com o outro.

Conhecida como “a terra de ninguém”, a internet é um espaço livre, onde as pessoas podem se expressar e dar a sua opinião, não há uma fiscalização. Por esse motivo os “haters”, como são conhecidos aqueles que usam as redes sociais para fazer comentários preconceituosos, propagam o ódio e a intolerância ao próximo, sendo que os seus principais alvos são as celebridades das mídias.

Como dito por Dalai Lama “Violência não é um sinal de força, a violência é um sinal de desespero e fraqueza”, é incontrovertível que pessoas que agem dessa maneira querem chamar a atenção para si causando o mal para o outro. Na internet pessoas tomam atitudes que dificilmente tomariam nas ruas, acreditando estarem protegidas de quaisquer retaliação pela parte da polícia. Atitudes como essas só fazem aumentar a violência nas redes sociais e a crença que tudo se pode, tudo se deve. Atualmente estão sendo tomadas atitudes para remediar essa situação, como o desenvolvimento, pelo laboratório de estudos e imagens da universidade do espírito santo, de aplicativos na internet para monitorar postagens nas redes sociais e a criação de sites que recolhe denúncias anônimas.

Contudo essas informações ainda não são de conhecimento de todos, há uma necessidade de expandir a informação. O ministério da justiça e cidadania (MJC) deve estar mais atento em relação ao que acontece na internet, fiscalizando e tomando as devidas ações. Também cabe ao Governo (poder legislativo) criar leis mais severas com punições sérias. Tomadas as devidas atitudes ações como essas serão reduzidas, dando a oportunidade de o se viver em uma sociedade mais pacífica e justa.