Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 18/03/2019

Números alarmantes de denúncias virtuais, culto ao racismo, homofobia, machismo, feminicídio e hemogenia, uma grande arma de uso anônimo contra uma sociedade totalmente miscigenada, discursos de ódio e persuasão para conseguir mais seguidores, grande aliado do ‘‘Fake news’’, catalizador de revoltas em consonância a vontade de fazer justiça com as próprias mãos.Esse é o retrato da intolerância nas redes sociais no Brasil.

Efetivamente, aliado a esses pensamentos, enquanto países como Canadá e Espanha dão um bom exemplo de tolerância em todos os sentidos, no Brasil, não há este  tipo de cultura.Não é de surpreender que, este ato covarde e anônimo tem se alastrado por todo os país, machucando moralmente e verbalmente mulheres, negros, gays e estrangeiros, não apenas com palavras de ódio, como também com criações de grupo totalmente a favor do preconceito, fazendo com que tenham mais seguidores para espalhar tal intolerância.

Ademais, o investimento feito pelo Governo Federal e Estadual em proteção a imagem do usuário foi mínimo.Além disso, há uma grande variabilidade de páginas na internet inseguras, por conseguinte, facilita o movimento de informações indevidas, ajudando essas pessoas não só a disseminar calunias, com também organizar ataques nas escolas e ruas a pessoas de gênero e raças específicas.

Sendo assim, em virtude dos mencionados, a uma real necessidades de ações governamentais.O Ministério da Ciência e Tecnologia juntamente com os Ministério da Justiça, desenvolver programas de bloqueios a paginas anônimas e aumentar a fiscalização, obrigando a todos terem cadastros com seu registro geral (R.G), com intuito de ter livre acesso a monitoria e busca de assuntos específicos que levam as pessoas a praticarem estas barbaridades, e assim, rastrearem rapidamente todo e qualquer tipo de difamação, para que todos tenham mais conforto e segurança nas redes sociais no Brasil.