Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 17/03/2019

Com o avanço dos meios técnicos,científicos e informacionais,percebe-se que as pessoas estão cada vez mais dependentes da internet para realizar suas atividades do dia-a-dia,bem como para se relacionar umas com as outras.Nesse contexto,intensifica-se a problemática da intolerância e do discurso de ódio nas redes sociais.Tais atitudes estão diretamente relacionadas ao poder que os websites dão aos seus usuários de criarem perfis falsos para disseminá-las sem que sejam reconhecidos e,também,ao fato de que há,ainda,uma carência na educação da sociedade,o que permite que esses problemas sejam propagados no Brasil.

Apesar de todos os benefícios da internet,ela também pode ser usada como um  ambiente para a propagação de ódio e intolerância.Um dos acontecimentos mais marcantes relativos a isso,aconteceu quando vários internautas,aproveitando do anonimato das redes sociais, praticaram atos racistas conta a jornalista Maria Julia Coutinho.O que demonstra a necessidade de melhorar os mecanismos de acesso e criação de conta nesses sites.

Junto a isso,percebe-se que isso não é um problema restrito apenas a internet.Muito desses problemas que vem ocorrendo nas redes sociais surgem devido a carência educativa no país,o que permite com que as pessoas usem de diversos mecanismos para reprimir àqueles que são ou pensem diferente daquilo que a agrada.

Dessa forma,devido as grandes proporções que uma publicação na internet pode causar medidas devem ser tomadas com o intuito de minimizar os discursos de ódio e a intolerância nesse meio.Cabe ao governo criar leis que faça com que sites revelem a identidade daqueles que praticam crimes virtuais,multando as redes sociais que não cumprirem essas normas,a fim de que as pessoas que praticam esses atos online sejam punidas e,assim,diminuindo esse tipo de atitude.Às escolas e à e família,cabe ensinar aos filhos e alunos a respeitarem as diversidades culturais,de pensamento etc,na internet ou em qualquer outro lugar.