Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 18/03/2019
Horror online
Rede social é uma estrutura coletiva, composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que compartilham valores e objetivos comuns. Porém, as mídias sociais, sistemas projetados para interação entre indivíduos, tem se tornado palco de odiosidade.
Os trolls apareceram na rede de fóruns Usenet, nos anos 80. O termo vem da expressão, “trolling for suckers”. Trolling é uma técnica de pesca, em que linhas com iscas são deixadas na água e arrastadas a partir de um barco em movimento, à espera de peixes que as abocanhem, é isso o que o troll faz na internet, provocar e esperar alguém que se irrite. Segundo um estudo de 2013 do Centro de Pesquisa em Comunidades Online e Sistemas de E-Learning do Parlamento Europeu, na Bélgica, trolls têm muitas características em comum com pessoas que sofrem de um transtorno de personalidade antissocial, a causa seriam problemas de autoconfiança.
O pior é aquela pessoa que, conhece os limites do que pode ser publicado, não ofende ninguém, mas é campeão de discórdia. Eles entram numa notícia de uma celebridade, só para falar mal dela e irritar os fãs. Você não pode chutá-los porque estão dentro das regras, mas muita gente se revolta e perde a linha, e no final elas acabam bloqueadas.
A noção falsa, de que há uma fronteira entre comportamento online e offline, precisa ser desmistificada. Por isso tudo, as políticas de dados dos meios de comunicação, seja eles quais forem, necessita exigir dos usuários no ato da inscrição, foto tirada da face em tempo real. Assim, com a identificação do sujeito, feito uma ação ofensiva, será enviada a fotografia ao ministério da justiça e segurança pública, e através de um mandado de busca e apreensão, deter quem desrespeitar a medida, subordinado à pena prisional.