Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 18/06/2019
As redes sociais, principalmente o whatsapp, facebook e instagram, facilitaram a evolução da sociedade, e se tornaram fundamentais para a liberdade de expressão. No entanto, elas têm funcionado como um meio de propagação de discursos de ódio, extrapolando os limites da Constituição Federal, que garante a todos liberdade de expressão. O problema é a dificuldade que o governo federal tem voltadas em fiscalizar e combater este tipo de crime, uma vez que, embora exista a preocupação em combatê-lo, observa-se a carência de medidas educacionais voltadas para esta questão.
Apesar de já existir aplicativos para monitorar as postagens dos usuários, percebe-se que crimes cibernéticos estão em crescimento - uma vez que, somente no período de 2010 a 2013 teve um aumento de mais de 200%. Talvez pela certeza da impunidade, ou pelo pensamento equivocado de anonimato. Certo é que, estas pessoas não pensam nas consequências de seus atos e semeiam por meio da internet, manifestações de raiva. Como se não fosse o bastante, elas ainda são motivadas por apoiadores que acham tudo isso normal. O que vem resultando em uma sociedade intolerante à ideologias que não sejam iguais as suas.
Possivelmente, a falta de empenho de autoridades competentes, - governo federal, estadual e municipal - em realizar campanhas educativas que visem o combater este mal é a causa mais provável da proliferação destes discursos na web. Da mesma maneira os pais são responsáveis pela educação dos seus filhos e também cabe a eles ensiná-los a diferenciar o certo do errado.
Em síntese, ações educativas direcionadas à crianças e jovens, podem contribuir para combater e minimizar este problema. Assim como professores e ministério da educação são responsáveis em educar as novas gerações, os pais também têm a responsabilidade de educar e dar exemplos aos filhos. A fim de que, no futuro nossa sociedade esteja livre deste mal.
As campanhas de combate ainda não tem a proporção devida.