Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 10/09/2019
Muito antes da existência da internet, intolerância e o discurso de ódio já eram comuns na sociedade. No entanto, com os avanços tecnológicos, criou-se às redes sociais, que infelizmente piorou a disseminação dessas declarações. Já que, tornou mais fácil e simples retratar suas opiniões, crenças e ignorâncias.
Além disso, é muito comum a ideia de anonimato em redes sociais, que na verdade, não existe. Por mais que existam usuários que optem por colar users diferentes, sem ser seu nome, por exemplo, ou fotos de bandas, personagens e etc, existe formas de captar de qual meio tecnológico a mensagem foi enviada. Porém, esse falso anonimato cria coragem para diversas pessoas disseminarem o ódio nas plataformas. Como por exemplo, o aplicativo Curious Cat que qualquer pessoa pode fazer uma pergunta, ou mandar alguma coisa, de forma anônima para outra, e é extremamente comum pessoas receberem xingamentos e até ameaças através do aplicativo.
Bem como, páginas criadas para objetificar mulheres e difamar suas imagens, e também outras com conteúdo extremamente racistas e homofóbicos, atingindo assim as minorias, que já sofrem dia a dia em sociedade. Tanto os discursos diretos quanto os discursos voltados a uma parcela da população, são nocivos pois geram ódio, podendo assim incentivar agressões, verbais, físicas e psicológicas e até mesmo mortes, sejam elas causadas por intolerância ou suicídio.
Por tanto, é importante que o Ministério da Tecnologia atue em conjunto com o Ministério da Segurança para condenar tais ações de formas legais, criando leis que condenam webcrimes. Além do, Ministério da Educação trabalhar com a conscientização das população através de palestras nas escolas, aulas que englobem todo o tipo de diversidade, tanto para alunos quanto para país, que mostrem os danos causados pela intolerância e pela disseminação do ódio tanto virtualmente quanto pessoalmente.