Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 10/09/2019

O ser humano tem muitas vontades e necessidades, mas não são todas elas que podem ser supridas. Uma pessoa não pode chegar e dar um soco em outra somente porque estava com raiva e sentiu vontade; nesse país existem leis e são elas que ajudam a controlar comportamentos impulsivos, dado que aos que comentem esses delitos, são uma hora repreendidos. Na internet também existem leis, não é porque as agressões não são físicas, e muitos pensam que escondidos atrás de nomes fictícios e fotos falsas de perfil que não podem ser punidos por discursos de ódio e intolerância na prática do cyberbullying, o Estado tem obrigação de protejer seus cidadãos.

As pessoas, por acreditarem que a internet é a “terra de mínguem”, onde não se existem leis, acham que têm o direito de fazer o que quiser, ou escrever o que quiser. Eles se escondem no anonimato e dizem o que têm vontade, mas para tudo há consequências. Ao xingarem alguém, perseguirem alguém virtualmente, fazem da vida da pessoa um inferno. Há um caso de uma YouTube que após ter sido muito xingada e julgada por casar-se consigo mesma - depois de seu marido tê-la abandonado - tirou-a a própria vida, por não ter aguentado a pressão de tanto julgamento e comentários em suas redes.

Deve-se exigir leis que protegem o cidadão, cyberbullying é crime e sua punição deve ser exigida. O Ministério da Justiça deve deixar claro á todos que crimes virtuais serão procurados, combatidos e julgado como qualquer outro crime, que não adiante se esconder atrás de um nome fake,  polícia era achá-lo.

O país deve promover no próprio veículo, que é a internet, e nas escolas, campanhas que ensinam e alertam sobre como ter um uso saudável e responsável da internet e de como todos devem agir e se controlar perante a ataques, com essas informações é possível que muitos tenham medo de continuarem com ataques, outros aprenderão como denunciar esse tipo de crime, o que a Justiça deve garantir é que será tudo fiscalizado e punido como na devida lei.