Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 03/10/2019
A partir de pesquisas militares realizadas durante a Guerra Fria, em 1969 surge a Internet. O que era para ser uma “arma” de guerra, se tornou o maior instrumento para a troca de informações e conhecimentos, sendo as redes sociais uma consequência desse advento. Nesse sistema, diferentes pessoas expõem seus pontos de vista, encontrando semelhantes. A problemática está quando opostas opiniões se confrontam e geram discursos de ódio.
Discursos de ódio referem-se a palavras que tendem a insultar ou assediar pessoas devido a sua raça, cor, nacionalidade, sexo ou religião, ou que possui a capacidade de promover violência ou discriminação contra tais pessoas. Vale ressaltar também que o texto constitucional se refere a liberdade de expressão como um direito fundamental e irrestrito de qualquer manifestação de pensamento. Esses direitos como não são absolutos, a partir do momento que são violados ou ameaçados, tem a necessidade de se estabelecer uma contenção para que os limites que os diferem sejam estabelecidos e respeitados.
Levando em conta os fatos citados a cima, percebe-se que o estado, como representante dos direitos civis dos cidadãos, deve criar leis que inibam comportamentos que desrespeitem ou ameacem indivíduos nas redes sociais, como os discursos de ódio. Também deve-se criar campanhas e centros de palestras que visem promover o entendimento da população das corretas condutas online, para que cada um possa expressar-se da maneira correta, sem desrespeitar algum outro usuário.