Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 03/10/2019

O desrespeito para com o próximo vem de muitos anos, por meio das redes sociais esse crime obteve um grande aumento, mostrando o reflexo de uma sociedade, que ainda incita a violência, a discriminação e o discurso de ódio contra cidadãos ou grupos. Essa crescente advém de atos ofensivos na “internet”, que almejam denegrir de forma direta ou indireta a sexualidade, raça, cor, entre outras características que a pessoa herdou ou desenvolveu durante a vida.

As vítimas desses ataques cibernéticos sofrem, pois muitas das redes sociais não exige informações pessoais que vise uma proteção de toda a “comunidade”, ou seja, o indivíduo tem liberdade para criar perfis “fakes”, onde o mesmo pode assim cometer seus atos de violência no anonimato, sem arcar com as devidas consequências. Contudo, o maior problema acarretado com essa violência é de a mesma estar numa crescente preocupante, pois no mundo globalizado as crianças e jovens também possuem acesso a “Internet”, assim, servindo como um exemplo ruim para os menores.

O limite entre a liberdade de expressão e o discurso de ódio é um outro ponto a ser ressaltado, no qual a agressão permeia quando fere de quaisquer formas o íntegro das pessoas envolvidas. É inadmissível que a população não tenha consciência das diferenças existentes entre todos e que o mesmo permeie tanto nas redes sociais quanto pessoalmente, passando esses conceitos para as futuras gerações, tornando mais distante de uma sociedade ideal.

Tendo como base as informações apresentadas, é de fundamental importância uma mudança nesse desrespeito no âmbito das redes sociais. Para este caso, a segurança nas redes sociais tem de ser reforçada com a ajuda dos ministérios da Justiça e Direitos e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos humanos, para que haja alguma punição para estes agressores, nos quais parem de cometer esses crimes ou em casos de transtornos psiquiátricos sejam tratados de uma forma que reabilite os mesmos para conviver em harmonia. A principal mudança deve partir da educação básica, que é o momento da vida do cidadão que ele absorve os conceitos e conhecimentos do mundo, de maneira que, o Ministério da Educação incentive com conteúdos didáticos nas escolas que prezam pela aprendizagem e reconhecimento que cada pessoa possui suas características e que elas devem ser respeitadas.