Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 10/04/2020
A internet foi criada em 1969 com a finalidade de interligar os laboratórios de pesquisa e mais tarde em 1995 a primeira rede social foi desenvolvida, então começava um processo de globalização dando voz as pessoas como nunca se tinha visto antes.
Com esse processo, pessoas mal intencionadas e que possuem algum tipo de discriminação e preconceito acharam o lugar ideal para poder ‘‘soltar seus demônios’’, vale ressaltar que não foi a internet que trouxe todo esse ódio para as pessoas como muita gente confunde, ela apenas deu mais liberdade para elas pois não precisam se apresentar, ficam atrás de uma tela falando o que querem e o que não querem pois tem seu anonimato como proteção.
Quando perguntado sobre esse tema que assombra a internet Orkut Büyükkökten criador de uma das mais famosas redes sociais, na qual leva seu próprio nome, ’’ A internet transformou a humanidade de muitas maneiras, deixando muitas coisas mais fáceis e eficientes, mas estamos mais sozinhos e desconectados do que nunca’’.
De acordo com a Central Nacional de Denuncias de Crimes Cibernéticos nos últimos 11 anos houve 4 milhões de denúncias com relação a crimes de ódio na internet, ninguém está protegido desses ataques nem o presidente ou famosos, todo mundo está propício a sofrer esses ataques, como por exemplo o ataque racista que apareceu em todas as manchetes sofrido pela jornalista da emissora Globo Maria Julia Coutinho em julho de 2015.
O que se estuda atualmente é como fazer para esse número de casos diminuir e foi pensando nisso que o Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) criou um aplicativo que vai fazer uma busca na internet com palavras chaves procurando discursos de ódio na internet, e junto com o aplicativo que é um novo modo modo de detectar esses discursos tem que haver menos burocracia para poder hackear e investigar mais rápido os agressores