Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 08/04/2020

Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Com o avanço na tecnologia, as pessoas acabam se tornando mais próximas através das redes sociais. Como também pesquisas, notícias estão em mãos em tempo real. A incrível facilidade de um objeto ter informações sobre algo que aconteceu no Japão ou outro lugar de longe. Também é discutido sobre sua velocidade, como tudo chega tão rápido e tão facilmente.

Ao mesmo tempo, a internet acaba afastando pessoas. Tanto em uma refeição a família como em um discurso de ódio em uma rede social. Com ataques contra: negros, mulheres e homossexuais. As pessoas infelizmente não sabem que isso não é só um simples comentário no Facebook, por exemplo. Isso é um problema atual que deve ser combatido, mesmo que para quem pratica esses atos na rede acham essa ação “normal”, e as redes sociais ajudam mais em compartilhamentos desse tipo de coisa.

Segundo a constituição federal, no artigo 5 a população brasileira é livre para expressar sua opinião.

Mas, no momento em que sua “opinião” afeta alguém deixa de ser uma opinião e torna-se uma ofensa, Já que opinião é um pensamento pessoal, que mostra como você interpreta as coisas, sua forma de ver o mundo. Mas como dizia o filosofo Friedrich Nietzsche: “Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse”. Opinião não é algo para sempre, não irá crescer com ela e morrer com a mesma. Pra que espalhar ódio em redes se um dia seu pensamento as vezes momentâneo pode mudar?

Contando também com o fato de que: na maioria das vezes que há propagação de ódio assim, as pessoas nem sequer se conhecem. Então isso é como “julgar um livro pela capa”,sem nem saber como é a pessoa em si, sempre teremos mais julgamentos.

Nesse contexto, podemos perceber  como a sociedade esta visivelmente atrasada, ainda mais com esse tipo de atitude “online”. O ser humano não consegue aceitar diferenças entre pessoas e suas atitudes.

Para tentar combater esse tipo de atitude, as escolas devem contribuir com a diminuição juntamente aos direitos humanos. Já que, desde quando a criança for pequena, no ambiente escolar terão atividades sobre diferenças e a importância do respeito em sociedade. Deixando assim, no futuro, adultos mais conscientes para uma sociedade igualitária.