Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 08/06/2020

O Período Colonial no Brasil, foi marcado pela intolerância, seja ela visível ou não. Embora isso seja a anos atrás, a discriminação permanece em pleno século XX, e lembra o mesmo sentido de origem, porém com meio de disseminação diferente: Violência e imposição de opiniões pessoais por meio da internet. O surgimento da internet tornou mais rápida a comunicação por meio das redes sociais. No entanto, certos usuários com aversão ao diferente propagam seu ódio, utilizando de má forma esse recurso.

Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a falta de punições para esses praticantes de ofensas e a falta de meios para denunciar ataques sofridos na internet. As redes sociais permitem o anonimato e isso contribui para os ataques a diversidade. Assim sendo, muitos usufruem deste e publicam mensagens preconceituosas e ofensivas a determinados grupos, o que gera nessas pessoas um sentimento de inferioridade e tristeza atacando o emocional.

Em primeiro lugar, as redes sociais aplicam pouco ou nenhum tipo de punição contra alguém que recebe uma denúncia. Geralmente, quando alguém é denunciado, ele recebe somente uma notificação que seu comentário ou compartilhamento foi excluído. Segundo estatísticas, de uma pesquisa realizada pela revista veja, revelam que 68% das pessoas pesquisadas já receberam pelo menos 1 ataque ofensivo na rede social, 80% dessas, não tiveram suas denúncias atendidas pela plataforma.

Fica evidente, portanto, que no Brasil os casos desses ataques tem pouca importância. Nesse sentido, faz-se necessário que o governo elabore uma lei que torna obrigatório a punição dos praticantes de ataques ofensivos nas redes sociais. Além disso, as redes sociais devem facilitar as denúncias e passar informações no ato do cadastro de o que é considerado crime e como efetuar uma denúncia.