Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 25/09/2020
A normalização da exposição exagerada nas redes sociais, com pessoas cada vez mais novas, facilita situações como webbullying e discursos de ódio como um todo. As antigas gerações, que hoje são pais não foram instruídas para ensinar os seus filhos a como se defender a ataques virtuais e entender estas situações como um todo.
A plataforma social de microblogging “Twitter” revela que a faixa etária de seu público tem em média 21 anos e tendo quinze por cento do público em adolescentes, enquanto o aplicativo vizinho “Instagram” possui como jovens cinquenta e oito por cento de seu público. A maioria dos jovens não aprende que as redes sociais são um local público, onde existem outras pessoas, que podem ou não ter ser má intencionadas. E isso acontece porque a maioria dos pais não conversa com seus filhos e não tem a mínima noção de como ele lida com toda essa exposição, logo não sabem lidar com críticas e ataques.
O que dificulta ainda mais o uso saudável destas plataformas de forma saudável é a falta de investimento no recurso “denúncia”. Se comparado as outras funções das plataformas, ela é muito menos intuitiva além de ter pouco resultado. Um bom exemplo é a conta de Sara “Whinter”. A conta violava várias diretrizes das plataformas como “Twitter, “Instagram” e “Facebook” mas só retirada do ar após uma gigantesca mobilização vinda dos outros usuários das plataformas.
A melhor forma de combater os ataques de ódio nas redes sociais é causar uma grande mobilização para que pais conversem com seus filhos sobre o que pode estar do outro lado da tela, e para que as plataformas dessem mais atenção para as denúncias em seus servidores.