Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 26/09/2020
Em “Rede de Ódio” o personagem Tomasz Giemza cobiça a vida dos Krasuck, a família rica que paga suas mensalidades, para que isso ocorra ele entra na agência de relações-públicas que é, na verdade, um gabinete de ódio que clientes contratam para destruir concorrentes. Diante disso, pode-se observar, desde o surgimento da internet, a relevância desse meio para propagar o ódio. Destarte, é fundamental analisar as razões que tornam essa problemática uma realidade no mundo contemporâneo.
Em primeiro lugar, cabe a abordar sobre os benefícios que a internet possibilita para seus usuários. Segundo o filósofo Sören Kierkegaard: “As pessoas exigem liberdade de expressão para compensar a liberdade de pensamento que usam raramente”. Nesse sentido, deve-se entender que esta liberdade de expressão se aplica nas redes sociais, já que este ambiente virtual é permeado por ideais racistas, homofóbicos que prejudicam os direitos humanos.
Ademais, outro fator a salientar é a rápida propagação desses conteúdos nas redes sociais. Segundo o físico teórico Albert Einstein: “O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade”. A partir disso, percebe-se que as atitudes cotidianas, como curtidas e compartilhamentos relacionadas ao “racismo” induz as pessoas a continuar a pratica destas ações que são extremamente prejudiciais. Logo é necessário repensar sobre as atitudes do cotidiano.
Torna-se evidente, portanto, a cooperação das plataformas de redes sociais juntamente com o governo, para criarem programas que detectem casos de violência virtual, com o intuito de acabar com a propagação desses atos. Além disso, também é necessário a atuação do Ministério da Educação, objetivando investir em campanhas nas redes sociais, com o apoio de pessoas influenciadoras, para que possam conscientizar os usuários das redes sociais sobre a importância do respeito com as pessoas independentemente das diferenças. Dessa forma, seria possível, garantir os Direitos Humanos na internet, além de ter um melhor meio social.