Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 05/11/2021

A constituição de 1988 - criada após o período da ditadura militar - provê maior poder de liberdade de expressão ao cidadão, porém, atualmente na era digital, é alarmante o número de problemas sociais e de doenças mentais  diretamente ligados a discursos de ódio, presentes nas mídias digitais. Como consequência disso, pode-se observar a carência da população em relação à segurança digital.

A princípio, a disseminação de coméntarios maldosos na internet são causadores de várias doeças e transtornos psicológicos - ansiedade, depressão, problemas de auto-estima, insegurança - que, muitas das vezes, se desenvolvem à consequências drásticas, como o suicídio. Isso destaca o quão importante é navegar por um website sem ser atacado por comentários caluniosos e propagantes de intolerância.

Além disso, é reduntante observar a influência das redes sociais na vida das pessoas. Se uma pessoa é atacada em um comentário, outras pessoas de seu convivio social podem aproveitar o comentário para se sentirem persuadidas à prática de bullying. Isso resulta em diversos problemas, sendo os mais recorrentes relacionados à saúde mental.

Contudo, é de demasiada importância a implementação de medidas viáveis ao combate contra os discursos de ódio nas redes sociais. Portanto, é dever do Poder Legislativo abordagens mais severas a respeito da integridade moral dos usuários das mídias sociais. Isso deve ser realizado por meio de leis que protegem o cidadão de discursos de ódio encontrados na internet, vizando sua saúde, bem estar social e emocional. Ademias, deve também ao Ministério da Educação ministrar aulas nas escolas vizando a diminuição da desinformação de pautas como racismo, homofobia, transfobia, xenofobia que são alvo de descriminação e preconceito, para que então, a constituição de 1988 seja aplicada de maneira saudável.