Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais
Enviada em 23/03/2022
As redes sociais fazem parte do nosso cotidiano, se tornando uma das ferramentas essenciais para o trabalho e lazer. Por conta da garantia de anonimato, esse lazer acaba sendo prejudicado, principalmente para as minorias sociais como, índios, negros e homossexuais, devido aos grupos que propagam os seus discursos de ódio, sem serem identificados e punidos.
Em princípio, os discursos de ódio já eram existentes antes mesmo das redes sociais, e ganharam mais espaço quando o Facebook foi criado, que por sinal, a sua ideia inicial, era difamar e denegrir a imagem da ex-namorada de Mark Zuckerberg (dono do facebook), ou seja, as redes sociais sempre obteve o seu ‘’lado escuro’’, e que ainda persiste.
Um caso claro, é a foto publicada que mostrava a filha adotiva do ator Bruno Gagliasso, por ser negra e os pais brancos, sofreram ataques racistas nas redes sociais. E pouquíssimos sofreram uma punição por tal ato, visto que, o número de usuários que propagavam o discurso de ódio era tão grande, que não conseguiram descobrir e nem punir todos.
Além disso, muitos indivíduos usam a ‘’liberdade de expressão’’ como muleta para o discurso de ódio. Como ocorreu no estúdio Flow Podcast, onde o entrevistador conhecido como ‘‘Monark’’ fez uma apologia ao nazismo, e usou como desculpa a ‘’liberdade de expressão’’, sendo que infligia os direitos humanos, visto que, ofendiam e feriram a dignidade dos grupos que foram afetados pelo nazismo. Portando, discurso de ódio é diferente de liberdade de expressão.
Em virtude destes acontecimentos, o Governo aplicando punições severas e criando grupos, passeatas e propagandas de conscientização, que possam desconstruir pensamentos do passado que motiva a exclusão e violência. Fazendo com que abrem portas para um mundo com mais respeito e amor ao próximo.