Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 17/03/2025

O documentário ´´O Dilema das Redes`` - da Netflix - alerta sobre o impacto devastador das redes sociais na democracia e na humanidade, assim mostra-se relevante analizar que essa problemática persista pela cultura do preconceito enraizada e a facilidade do anonimato diante das redes sociais, junto com a falta de consequências.

Primeiramente, cabe mencionar que desde os primórdios o ´diferente` do padrão é visto de forma ruim à vista da sociedade, sofrem diariamente exclusão e preconceito, e com a criação das redes sociais, os ataques ficaram cada vez mais presentes. Conforme Aristóteles, a poética deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. É possivel perceber que, no Brasil a educação conservadora dos responsáveis auxilia no aumento do pré julgamento a tudo que não seja enquadrado ao normal.

Ademais, é indiscutível que a anonimato e a falta de resultância quando tratado de pessoas que fazem o discurso de ódio, colaboram para que o ódio seja tão forte nos dias atuais. Isso decorre, principalmente, da postura irresponsável dos autores legais e das autoridades no quesito de fazer com que tais indivíduos sejam condenados de forma justa, pelo fato de fazerem com que a vítima se sinta coagida e tome decisões graves, como suicidio. Nesse sentido, há de fato, uam visão regressiva advinda da federação.

Portando, é urgente, a tomada de medidas operantes para a reversão do quadro do impasse supracitado acima. Para isso, compete aos Direitos humanos e ao MEc, investir em projetos sociais que auxiliem na conscientização para a diminuição da aversão sobre pessoas que fujam do padrão, fazendo com que entendam que todos merecem respeito. Também fazer com que as autoridades coloquem em prática de forma excepcional, as leis já existentes sobre tal assunto, para que assim, pessoas que promovam ódio gratuitamente sofrem as consequências e entendam a gravidade da situação. Dessa maneira, com ações concientes e coletivas, pode-se construir um futuro mais justo e inclusivo.