Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 13/03/2025

Graças a globalização, à internet cresce cada vez mais, e junto com ela, também cresce o discurso de ódio.

As pessoas que anteriormente já eram intolerantes, atualmente podem expressar suas opiniões livremente em plataformas digitais , mesmo que muitas vezes, essas sejam revestidas de preconceito.

Quando fala-se sobre redes sociais tais quais Instagram, tio Tok, Facebook, twitch ou até mesmo o Twitter, as pessoas não costumam pensar que o que elas comentam e destilam , vai chegar até alguém, esquecendo-se que por detrás das telas, existem seres humanos. Ou seja, não se preocupam em quem aquela opinião ou discurso de ódio vai chegar, e de que forma isso irá afetar o receptor da mensagem, fato esse que está muito ligado a falta de empatia que corrompe a sociedade cada dia mais.

Além disso, diversas das pessoas que cometem falas intolerantes ou odiosas na internet, não consideram as consequências disso.

Segundo o instituto de estudos avançados da USP, existem mais de três leis que condenam o discurso de ódio na internet enquanto um crime, e crimes tem consequências, tais quais processos, e em casos mais graves, até mesmo a prisão.

A onda de egoísmo que vem assolado a humanidade de alguns anos para cá , não se trata de nenhum fator novo no caráter humano. Entretanto, percebe-se cada dia mais um caráter compulsório nas pessoas em serem maldosas e violentas com os outros , sem o menor tipo de remorço.

Retomando o fato de que a internet é vista como essa várzea, uma terra de ninguém, falas ofensivas são postadas diariamente como se fossem fatos pífios e triviais.

Existem algumas medidas a serem tomadas contra esse tipo de atitude.

Entre elas, pôde-se citar a conscientização dos discursos de ódio em empresas e escolas, por meio de palestras ou aulas. E também, a maior condenação daqueles que produzem e propagam esse tipo de falas infelizes.

O ser humano pode se tratar de um indivíduo unitário, mas nascemos e crescemos em coletivo, logo, assim precisa-se aprender a viver.