Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 17/03/2025

De acordo com uma pesquisa feita pela ONG Safernet, nos anos de 2010 e 2013, as denúncias de crimes cibernéticos, como racismo, misoginia, homofobia, xenofobia, entre outros, aumentaram em mais de 200%. Hodiernamente, tais crimes ainda são muito presentes nas redes sociais, o que representa um grave problema porque afeta principalmente pessoas públicas que acabam desenvolvendo problemas psicológicos. Eventualmente, a propagação do discurso de ódio pode também gerar uma atidude mais agressiva nas pessoas.

No entanto, muitas pessoas cometem atos contra a própria vida ao serem alvos de intolerância e discurso de ódio nas redes sociais. Além disso, a forma como mensagens com insultos a identidade de gênero, etnia ou sexualidade, se espalham sem ter uma monitoração adequada corrobora para a geração de transtornos psicológicos como a ansiedade, depressão, fobia social, e em casos extremos a pessoa pode chegar a cometer suicídio.

Por outro lado, se o discurso de ódio continuar sem uma supervisão, atitudes mais agressivas se tornarão comum. Portanto, a desinformação e a amplificação de pensamentos extremistas favorecem essas atitudes pois muitas postagens não são verificadas e se espalham rapidamente. O X, antigo Twitter, é uma das principais redes sociais que ajudam o compartilhamento de fake news e discursos de ódio, pois ele não fornece a devida atenção ao que é compartilhado.

Dessa forma, as redes sociais como o X, o Instagram, o Tik Tok e o Youtube, precisam urgentemente de medidas mais eficazes de monitoração. Outra forma de combater o discurso de ódio seria implementar aplicativos que analisem as postagens com intolerância e ódio.