Intolerância e discurso de ódio nas redes sociais

Enviada em 13/03/2025

Albert Einstein afirmou “O espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia”. Entretanto, a intolerância e o discurso de ódio nas redes sociais é um grave problema. O mau controle do Estado e a maldade humana contribuem para que essa questão perdure na sociedade atual brasileira.

Diante desse cenário, a desregularização da internet prejudica a própria. A Constituição Brasileira de 1988 assegura o direito à todos os cidadãos. Todavia, é perceptível que isso não acontece, pois a internet é um lugar tóxico, falso e com discursos errados que circulam soltos sem uma regularização realmente efetiva. O Estado não é capaz de tomar conta dos crimes virtuais que acontecem, gerando falas anti-democráticas e que ferem direitos de outras pessoas. Desse modo, equanto o Estado continuar de olhos fechados, nunca haverá uma melhora da intolerância virtual.

Ademais, o ser humano continua sendo a maior arma para si próprio. Hobbes - filósofo inglês - dizia que “O homem é o lobo do homem”. Nessa mesma lógica, as pessoas não conseguem lidar com o fato de, só porque estão atrás de uma tela, não podem falar o que quiserem. Essa consciência é perigosa e autodestrutiva para a humanidade, trazendo para a internet brasileira o ataque pessoal, ataque para grupos, cyberbullying e a degradação da própria sociedade. Logo, a maldade que habita na espécie deve ser acalmada para a melhoria de todos.

Portanto, a omissão do Estado e a maldade humana prejudicam, cada dia mais, a vida na internet. Logo, o Ministério da Ciência e Tecnologia - responsável pela administração tecnológica -, junto ao Estado brasileiro, deve contribuir para maior visualização dos discursos odiosos das redes sociais por meio de novas leis realmente efetivadas, como altas multas ou penas, e políticas públicas a fim de que a intolerância e o discurso de ódio nas redes sociais sejam amenizados. Desse modo, a sociedade virtual conseguirá viver em maior paz.