Jogos eletrônicos: quais efeitos eles podem causar nos jovens?

Enviada em 15/08/2025

Segundo o estudo da APA, 2015 — Aponta que jogos de ação podem melhorar atenção, coordenação motora e habilidades cognitivas, mas também alerta para possíveis comportamentos agressivos se houver excesso e exposição a conteúdo violento. Analogamente à obra citada, observa-se no Brasil contemporâneo jogos eletrônicos utilizados de variáveis formas. Nesse sentido, cabe analisar a negligência estatal na educação digital, que favorece o aumento de vício em jogos, isolamento social e queda no desempenho escolar entre jovens.

Em primeiro plano, evidencia-se a carência de políticas públicas voltadas a essa população. Segundo Émile Durkheim, em sua obra sobre o fato social, o indivíduo tende a replicar as ações comumente vistas em seu meio. Dessa forma, nota-se que o comportamento do brasileiro corrobora com o pensamento do sociólogo, visto que com a escassez de exemplos por parte do governo o povo tende a

Utilizar jogos eletrônicos de maneira prejudicial.

Ademais, destaca-se o aumento de vício em jogos. Sob essa ótica na constituição de 1988 está escrito que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação etc. Entretanto, verifice realidade diverge da teoria, pois conforme o artigo 227 da Constituição Federal, a negligência estatal na orientação e regulação do uso de jogos compromete o direito dos jovens à saúde, educação e lazer saudável.

Torna-se, portanto, imprescindível a intervenção nesse cenário conflituoso. Nesse sentido, o Governo federal deve, por meio de educação digital nas escolas, a fim ensinar o uso saudável da tecnologia e prevenção do vicio. Somente, assim, será possível somente assim, será possível, conforme aponta a APA (2015), potencializar os benefícios cognitivos e sociais dos jogos eletrônicos, ao mesmo tempo em que se minimizam seus riscos para o desenvolvimento dos jovens.