Jogos eletrônicos: quais efeitos eles podem causar nos jovens?

Enviada em 17/09/2020

É fato que atualmente os jogos são um dos grandes influenciadores para os mais juvenis. Essas influencias muitas vezes tem influência negativa sobre eles, como o habito do sedentarismo e sendo ate o vicio que ocorre muito atualmente. Nesse sentido, urgem medidas sejam tomadas para acabar com tais empachos.

Primeiramente, a ideia central dos jogos de videogames e de computadores- de levar entretenimento- é plausível, sendo, inclusive, usada como anti-estresse e como modo de iteração social. Todavia, muitos desses jogadores acabam por preferir o mundo do jogo a qualquer outro interesse na vida, como estudar, alimentar-se bem, ou conviver com amigos e família, o que acarreta no aumento da frequência e intensidade com que se procura jogar, quadros de ansiedade, agressividade por ter de parar com o jogo por ora, isolamento social, entre outros. Nesse ínterim, a Organização Mundial da Saúde passou a considerar, em 2018, o vício em games como um distúrbio mental, corroborando que o exagero é maléfico, a ponto de ser considerado um transtorno.

Nessa intempérie, é possível fazer uma analogia do vício em games com o vício em drogas: assim como ocorre com dependentes químicos, o jogador com esse distúrbio vai diminuindo as atividades de sua vida, passando a ficar preso em um repertório que consiste na busca pelo vício, o que faz com que ele perca sua liberdade de escolha, já que é dependente do jogo. Com isso, seu cérebro o faz acreditar que é preciso jogar cada vez mais, a fim de atingir níveis de prazer que todo vício proporciona. Nesse cenário, um casal sul-coreano foi preso em 2010 após deixar sua filha de 3 meses morrer por inanição, decorrente do vício em jogos. Não por um acaso, o Reino Unido já adotou clínicas para cuidar desse problema.

Desprendesse, portanto, para que esse problema seja eliminado da sociedade, o governo, principal responsável pelas modificações sociais, deverá promover ações que estimulem a permissão da entrada e da permanência dos refugiados no país, por meio de campanhas publicitarias, modificando assim essa inadmissível realidade que a sociedade vivencia.