Jogos eletrônicos: quais efeitos eles podem causar nos jovens?

Enviada em 26/12/2020

De acordo com o filósofo Aristóteles, só é útil o conhecimento que torna as pessoas melhores. Análogo a isso, os jogos eletrônicos também é uma forma de aprendizagem, porém a realidade nos dias atuais se vê longe desse contexto, visto que o uso excessivo dos jogos é capaz de suscitar a sérios problemas como o vício, que incui outras consequências, o sedentarismo e a ansiedade.

A priori, uma pesquisa feita pela Young University nos Estados Unidos, relata que 20% das crianças que jogam apresentam resultados positivos na agílidade e no raciocínio. Entretanto, os jovens atualmente não aproveitam os jogos de forma inteligente para adquirir conhecimento, uma vez que faz o uso excessivo do mesmo, jogando por mais de 5 horas seguidas e não se interessando por outras atividades de lazer e afazeres, tendo consequência o vício e várias outras dificuldades relacionadas.

Ademais, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 3.500 pessoas com vícios, 5% é referente a pessoas viciadas em jogos eletrônicos. Similarmente, o uso exagerado dos jogos encadeia a uma necessidade se não praticados com frequência, gerando assim o vício constante. Além disso, não se interessam em realizar outros afazeres como atividades físicas e outros exercícios que exija a movimentação, estimulando também o sedentarismo que gera doenças como diabetes, e problemas cardiovasculares.

Infere-se portanto, soluções para esses impasses. A princípio, cabe ao Conselho Tutelar, que tem como função aconselhar os pais das crianças e adolescentes, promover a atenção dos responsáveis ​​para que limitam seus filhos do uso excessivo de jogos, além de realizar campanhas com a presença de cartazes e palestras nas escolas, sendo assim apresentando os malefícos do exagero ao jogar, e os benefícios para o conhecimento se utilizado de forma adequada como afirma o filósofo Aristóteles.