Jogos eletrônicos: quais efeitos eles podem causar nos jovens?

Enviada em 11/11/2022

O livro “Jogador número 1” retrata uma realidade distópica,em que o futuro do planeta e dos jovens depende um “vídeo game”.Longe da ficção, no Brasil atual, os uso de consoles e jogos, apesar de benéficos, podem causar prejuízos, tais como o vício e os problemas na socialização dos indivíduos. Há, portanto, a necessidade de um amplo debate sobre como superar estes entraves.

A princípio,é importante ressaltar o aspecto do vício nesta situação.Neste viés, a Organização Mundial da Saúde estabeleceu o vício em jogos eletrônicos como um alerta à saúde mundial. Tal premissa evidencia que, se não dada a devida atenção, o uso indiscriminado de jogos no lazer pode acarretar inúmeros problemas para sociedade brasileira, uma vez que pode causar a dependência da população infantojuventil para com estes hábito. Muitos estudantes, por exemplo, enfrentam problemas escolares de rendimento devido ao tempo excessivo em “video games”. Entende-se,pois, necessidade de romper com este paradigma social.

Além disso, é válido salientar os perigos às capacidades de socialização.Neste âmbito, ficou conhecido, na virada do século XXI, os “Hikikomori”, que são jovens que desistiram do convívio social e se dedicam, entre outras atividades, aos consoles e outros jogos eletrônicos. Este acontecimento, aponta para os efeitos nocivos que os jogos podem acarretar para a socialização de crianças e adolescentes a longo prazo,isto é, problemas para formação de casamentos, núcleos familiares e desenvolvimento de doenças psicossomáticas na população jovem. Compreende-se,destarte, que é necessário atenuar esta mazela.

Por tudo isto, faz-se necessária a intervenção civil e estatal. Neste contexto, o Ministério da Educação deve promover, nos ambientes públicos, palestras elucida-tivas e atividades lúdicas administradas por sociólogos que possam, mediante o discurso informativo alertar a população jovem dos perigos que o uso excessivo de jogos eletrônicos pode acarretar, no intuito de sensibilizar este recorte etário. Com precisão análoga, as instituições de ensino devem criar programa de atividades extracurriculares, as quais possam incentivar adoção de atividades físicas,sociais e estudantis que promovam maior capacidade de socialização nos estudantes. Desta forma, estes obstáculos serão superados.