Jogos eletrônicos: quais efeitos eles podem causar nos jovens?
Enviada em 13/08/2025
O cientista alemão Albert Einstein, em citação amplamente atribuída a ele, afirmou: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original”. Contudo, observa-se que na questão dos efeitos dos jogos eletrônicos, também há riscos de vício, isolamento social e queda no desempenho escolar dos jovens. Logo, é fundamental a atuação do Estado, por meio de políticas públicas que incentivem o uso saudável e das instituições educacionais, orientando-os para um aproveitamento crítico e equilibrado dessas ferramentas tecnológicas.
Diante desse cenário, nota-se que dentre as principais causas desses impactos, destacam-se o acesso ilimitado a dispositivos conectados à internet, o qual favorece longas horas de uso. Além disso, a falta de orientação familiar e escolar dificulta a construção de hábitos saudáveis, visto que as influências de conteúdos violentos ou inadequados são capazes de afetar comportamentos e valores. Por isso, o Estado desempenha papel crucial ao criar e aplicar políticas públicas que limitem a exposição excessiva, regulamentem a classificação indicativa dos jogos e incentivem programas de conscientização sobre o uso equilibrado da tecnologia.
Outrossim, o uso excessivo de jogos eletrônicos pode levar ao isolamento social e à queda no desempenho escolar. Segundo dados de 2025 da OMS, 39% dos adolescentes que jogam mais de cinco horas diárias enfrentam dependência digital e dificuldades acadêmicas. Esse comportamento afasta os jovens das interações sociais presenciais e prejudica o foco nas tarefas escolares. Desse modo, as instituições educacionais têm um papel crucial ao promover a educação digital, o controle de tempo e atividades que incentivem o pensamento crítico, ajudando a equilibrar o uso da tecnologia com responsabilidades escolares e o lazer saudável.
Portanto, torna-se essencial solucionar esse impasse. Para isso, Estado e instituições educacionais devem agir em conjunto, implementando políticas públicas que incentivem o uso consciente da tecnologia e criar programas que abordem o impacto dos jogos eletrônicos no desenvolvimento dos jovens. Essas ações devem ser realizadas o quanto antes, bem como estar em prática constantemente, desde a infância até a adolescência, para manter um equilíbrio saudável. Logo, será possível formar cidadãos mais críticos e capacitados.