Lei da Palmada: Avanço social ou intervenção na criação?
Enviada em 16/03/2021
A ultilização da agressão física para a educação dos filhos e menores de idade tem raízes de muitos anos atrás e mesmo diante tantas mudanças no mundo, segue ocupando uma boa parte do metódo de criação das crianças e adolescentes. Tendo isso em mente, é necessária uma mudança que altere o meio de punição, vizando um ambiente social menos violento.
A Sociedade Brasileira de Pediatria(SBP) declarou que em uma pesquisa no banco de dados, que diariamente, são notificadas no Brasil, em média 233 agressões de diferentes tipos (física, psicológica e tortura) contra crianças e adolescentes com idade de até 19 anos, demonstrando assim como o uso normal da violência na criação de um menor de idade tem seu lugar na sociedade brasileira, sendo que estes dados não levam em consideração aqueles que não denunciam por medo ou receio, deixando o número de violentados em uma quantidade bem maior.
Ainda mais, com a avaliação dos cenários antigos dos meios de educação diciplinar, a palmatória era um meio pedagógico legal e frequente nas instuições educacionais e em casa, sendo que causavam pressão psicológica e emocional na criança, vizando encher ela de medo caso não cumprisse o que lhe era requisitado, como uma simples tabuada sendo assim ocasionando traumas e distânciamento dos pais de acordo com os pesquisadores do artigo “Psychological Maltratment” publicado na revista Pediatrics.
Dado o exposto, o governo deve amparar os menores de idade bem como a estrutura social brasileira vizando uma sociedade menos violência com mais comunicação familiar, para isso o poder executivo junto ao Conselho Tutelar devem executar palestras e reuniões em locais públicos em turnos fora do horário de trabalho com entrada gratuita, tais reuniões poderiam contar com psicológos e especialistas na área para que haja uma instrução para os pais e responsáveis, bucando acima de tudo a segurança das crianças e adolescentes e uma criação mais comunicativa e menos violenta.