Lei da Palmada: Avanço social ou intervenção na criação?

Enviada em 11/11/2021

Em relação a lei menino Bernardo, que foi aprovada no ano de 2014, é popularmente conhecida como “Lei da palmada”, é possível afirmar que ela traz benefícios para crianças e adolescente, tendo em vista, em conscientizar os pais, para que saibam que educar não precisa de violência. Outro aspecto relevante é que essa lei tem como objetivo de preservar o bem estar físico e psicológico dessas crianças.

“O ornamento da vida está na forma em que o país trata suas crianças”. A frase do sociólogo Gilberto Freyre, deixa claro o cuidado que uma nação deve ter com as crianças. Nesse contexto, com a aprovação da lei, estima-se reduzir o número de maus-tratos voltado contra criança e adolescente, visto que em pleno século XXI, ainda se utiliza os métodos educacionais arcaicos, visando a agressão como único meio.

Além disso, pode-se usar como exemplo, o programa Super Nanny que ensina aos pais como controlar e educar os filhos sem que precise usar força. A apresentadora Cris Poli aplica técnicas educacionais como cantinho da disciplina, que tem como objetivo mostrar que existe outros meios de educar. Com isso, acredita-se que as agressões física e emocional podem reduzir à medida que os responsáveis adotem essas técnicas, desse modo, estima-se que o diálogo entre pais e filhos se ampliem.

Por isso, cabe ao Governo Federal e ONGs orientar através de seminários ou até mesmo por palestras e grupos de apoio, assim, ensinando e reforçando o quanto atrapalha no desenvolvimento. Desse modo, o Estado deve promover campanhas que ilustre problemas ligado à crianças que sofrem agressão. Esperando assim, que o país optem pelo diálogo visando o bem está físico e emocional.