Lei da Palmada: Avanço social ou intervenção na criação?
Enviada em 17/11/2021
Segundo o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), nenhum jovem será objeto de qualquer forma de violência, . De maneira análoga, a lei da palmada é uma discussão atual. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes, a agressão causa traumas a quem a sofre, que dificulta o desenvolvimento. Junto a isso, a negligência governamental com vítimas de tal violencia é presente. Após o apresentado, os problemas devem ser debatidos.
Em primeira análise, evidencia-se os traumas sofridos por quem é agredido. Sob essa ótica, A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) afirma que as crianças que sofrem violência podem se tornar adultos violentos e com disturbios. Dessa forma, é notorio como a agressão pode modificar maleficamente a saúde mental de jovens, causando impactos que podem ser irreparáveis.
Além disso, é explicito a negligência governamental para com jovens que sofrem violência domestica, sendo visto por muitos como forma de criação, porém isso fere os direitos das crianças e adolescentes. Desse modo, o sociólogo Jean-Paul Satre, reafirma o apresentado ao dizer “a violencia, seja qual for a maneira, é sempre uma derrota”. Consoante a isso, a única forma de educação aceita é a que não envolve agressão.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham conter a lei da palmada. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Cidadania, assegurar os direitos aos jovens que sofrem violencia, por meio de divulgações de anúncios tanto televisivos quanto em folhetos, a fim de educar os agressores, ao demonstrar que existe uma lei capaz de para-lo, como os jovens agredidos, mostrando que seus direitos estão presentes em lei. Somente assim, para fazer jus ao ECA, que protege os direitos das crianças e adolescentes.