Limites devem ser impostos no mundo das artes?

Enviada em 14/03/2020

De acordo com o romancista irlandês Georg Bernard, o progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar suas idéias e ações não conseguem progredir. Nesse hiato, esse pensamento, embora correto, não é concretizado no hodierno cenário brasileiro, pois o empecilho para expressa arte no Brasil carece de mudanças, já que contribui para o desenvolvimento da sociedade, dificultando ainda mais a consumação dos pensamentos de Bernard. Isso ocorre, ora pela hesitação governamental, ora pelo despreparo civil por volta desse contexto. Dessa maneira, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade. .

Mormente, é importante salientar o absentismo governamental para o combate do desenvolvimento artístico no Brasil. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Tal fato se reflete não só nos escassos investimentos estatais em profissionais da área artística, como também em recursos museológicos e uma boa infraestruturas para propagação e entendimento desse mundo pouco explorado pelas pessoas, que seriam bases indispensáveis para o progresso, evitando falibilidade ao desenvolvimento da sociedade, medidas estas que tornariam o ambiente sociocultural mais eufônico, e devido à falta de interesse dos órgãos detentores do poder, isso não é firmado.

Ademais, outro ponto relevante nessa temática, é o despreparo civil acerca da problemática, pois não houve instrução na integra, impossibilitando o acesso ao conhecimento de causa, retardando ainda mais a luta pelo desenvolvimento. De acordo com o especialista em artes Marcelo Dantas, o papel da arte é ‘’abrir a cabeça’’ para novos caminhos e reflexões, todavia, grande parte da população não manifesta interesse em se envolver com a arte, comprovam tanto a mazela, quanto à falta de compreensão dos indivíduos ao redor do mundo artístico.

Depreende-se, portanto, que medidas serão necessárias para resolver as barreiras que impedem a livre expressividade da arte. Destarte, o Estado, aliado á prefeituras municipais, por meio de verbas governamentais, deve promover não apenas campanhas educacionais para instrução, capacitação e aprendizado dos indivíduos acerca da importância sociocultural para a sociedade no mundo artístico, como também palestras e programas sociais em centros culturais das pequenas e grandes cidades, com participação de profissionais da área artística e representantes do governo legislativo, em virtude de uma melhor assistência estatal, a fim de englobar todos á etiologia e minimizar o limite impostos a cultural da arte. Somente assim, aniquilar gradativamente os impactos negativos de reprimir a arte e buscar o tão sonhado progresso de George B.