Limites devem ser impostos no mundo das artes?
Enviada em 29/08/2020
A Constituição Federal de 1988 é um marco importante aos cidadãos brasileiros, por garantir liberdades civis e os deveres do Estado. Com isso, todo indivíduo tem o direito da liberdade de expressão e de produzir arte, mas não deixando que essa ultrapasse os limites e se torne radical. Nesse sentido, vale ressaltar que é imprescindível a necessidade dos indivíduos entender o q é arte, mas também a imposição de algumas normas em relação a essa manifestação artística.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que a arte é algo complexo, em que os artistas demonstram suas emoções e ideias. Assim, as Vanguardas Europeias foram um rompimento com os padrões tradicionais, em que esses artistas queriam inovar e mostrar quadros diferentes do esperado. Dessa forma, a arte tornar o indivíduo capaz de estimular seu senso crítico, e de se tornar menos alienado da sociedade.
Em segundo lugar, é preciso uma reeducação no sistema sobre a importância da arte, mas com limites em suas produções. Outrossim, de acordo com Nelson Mandela, nomeado como o mais importante líder da África Negra, a educação é arma mais poderosa do indivíduo, sendo essa capaz de mudar o mundo. Dessa maneira, o mundo das artes é de extrema importância para os cidadãos, mas sendo necessário limites, respeitando os gêneros, crianças e seus opositores, para existir uma integração entre todas as camadas da sociedade.
Portanto, medidas estratégicas são necessárias. Urge que o Ministério da Educação crie campanhas e palestras em ambientes escolares, centros urbano e rurais, para mostrar os benefícios da arte para sociedade, como meio de integrar a população e estimular sua visão crítica sobre os acontecimentos. Além disso, a mídia deve incentivar e divulgar manifestações artísticas pela cidade, mas demonstrando que é necessário respeitar os indivíduos, para que não exista discussões sobre essa forma de expressão, a fim de criar uma sociedade que visa ao bem-estar coletivo. Assim, a educação mudará as pessoas, como constatou Nelson Mandela.