Limites devem ser impostos no mundo das artes?

Enviada em 25/10/2020

Aristóteles, grande pensador da Antiguidade, defendia a importância do conhecimento para a obtenção da plenitude da essência humana. Para o filósofo, sem a cultura e a sabedoria, nada separa a espécie humana do restante dos animais. Nesse contexto, é notório que a cultura e as artes não têm limites, devendo ter liberdade de expressão como os grafites de artistas e artes em museus. No entanto, é preciso ter indicação de idade em que for expresso conteúdo, com expressão mais forte.

De início, tem-se a noção de que a Constituição Federal assegura a todos os cidadãos o acesso igualitário aos meios de propagação do conhecimento, da cultura e do lazer. Porém, é preciso haver um limite do conteúdo exposto, com faixa etária de idade, determinando que tipo é apresentado, assim fazendo com que as pessoas que forem ao museu ter conhecimento antes, e não havendo motivo de ódio e fechamento das exposições como foi no caso do museu Queermuseu.

Em segundo lugar, a liberdade de manifestação no qual, os artistas dos grafites se manifestam como uma forma de crítica social é uma maneira de intervenção direta na cidade, democratizando assim, os espaços públicos, pintando muro ou até prédio em que segundo o site ‘‘Guia da Semana’’, mostra vários lugares de São Paulo como a Vila Madalena expondo vários trabalhos desses artistas. No entanto, quando apagado é um modo de silenciar, inibindo a liberdade de expressão.

Diante do exposto, fica clara a necessidade de liberdade de expressão, em que pessoas, artistas tem o direito de se expressar. Contudo, é preciso que os museus e galerias de artes, coloquem a faixa etária de idade no conteúdo exposto de modo que não gera conflitos entre pessoas. E o Governo junto com o Ministério Público, fiscalize com fiscais de modo que os museus libera a entrada de pessoas de acordo com a faixa etária de idade adequada para os conteúdo, e assim tendo direito a liberdade de expressão.