Limites entre estética e saúde
Enviada em 12/11/2019
Na época da Grécia Antiga era comum a valorização do corpo perfeito, sobretudo pela influência que os deuses gregos tinham sobre as pessoas daquela época. Embora tenham se passado muitos séculos, ainda existe uma busca incessante pelo corpo ideal, isto é, o padrão imposto pela sociedade. Contudo, isso se agrava a partir do momento que a saúde é colocada em risco, como no caso de adquirir distúrbios alimentar ou fazer procedimentos arriscados. Logo, nota-se a necessidade de colocar o assunto em evidência para frisar os limites entre a estética e a saúde.
E a prioridade, era dar efeito para as pessoas que tinham um condicionamento físico mais que perfeito para os padrões de beleza da sociedade, mas com isso as pessoas normalmente não se preocupam com o que estar por vir, se não se alimentar adequadamente, tendo em vista uma dieta restrita para emagrecer e fazendo com que não se vejam perfeita como realmente são. Vão tentar de todas as formas para conseguir ficar realmente como são, e não querendo opiniões de pessoas especialistas no assunto.
O posteriori, o filme “O Mínimo Para Viver” relata a vida de uma adolescente que fica anoréxica, de tanto buscar pela estatura perfeita. Outrossim, essa é uma das consequências que a alienação pelo corpo desencadeia nas pessoas. Além disso, as cirurgias plásticas desnecessárias estão aumentando, conforme o Jornal G1, colocando a vida dos pacientes em risco. Dessa forma, é notório que medidas sejam tomadas para a resolução do problema.
A evidência mostra que hoje em dia devemos aceitar nosso corpo como realmente é, mas sabemos que outras pessoas não conseguem tendo em vista a sociedade, podemos ajudar nas mídias, nas escolas, por conta que queremos derrubar esse padrão feito pela sociedade corpóreo imposto pelas massificações e amenizar a insatisfação corporal da sociedade. Só então, será possível se desprender da padronização que vem sendo cultivada desde a Grécia Antiga.