Limites entre estética e saúde
Enviada em 13/11/2019
Anabolizantes, academia, cirurgias plásticas, dieta, isso tudo em busca do tão sonhado “corpo perfeito”, a obsessão pelo padrão de beleza tem tomado grande proporção na vida da sociedade contemporânea, por conseguinte atingi-lo vem ocasionando o aumento do risco iminente à saúde da população, grande parte das pessoas arriscam a vida em busca deste padrão, por vezes inatingível.
Nessa sequência, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgias Plásticas e Estéticas, o Brasil, pela primeira vez, passou os EUA e agora é o país com maior número de cirurgias estéticas no mundo. Da mesma forma, o uso de esteroides anabolizantes é gradativo, sobre tudo, pelo público jovem. Além da aplicação de milhares de dietas milagrosas que circulam diariamente nas Redes Sociais, existem também os influenciadores digitais que através de suas plataformas apresentam protótipos para indução desses padrões.
Nesse contexto, tal influência, muitas vezes, chega à extrema e afeta a saúde do indivíduo. Alguns desses, em especial o publico jovem de sexo feminino, manifestam obsessão alimentar coligados à anorexia e bulimia, causando depressão, e, em alguns extremos, à morte. Isso alega que são necessárias políticas que conscientizem, sobretudo, aos jovens, dos perigos associados à insatisfação corporal.
Assim sendo, para interditar a continuidade deste caso, é imprescindível a intervenção governamental, através da criação de campanhas de saúde interligadas a este tema e lideradas por profissionais qualificados; bem como a divulgação desses projetos por através de meios de comunicação a fim de que se atinja um maior número de pessoas. Portanto, muitos terão acesso à informação e o padrão poderá ficar em segundo lugar quando o objetivo for uma vida saudável.