Limites entre estética e saúde

Enviada em 02/05/2020

Durante a Antiguidade Clássica, gregos e romanos tinhas opiniões concretas sobre os deuses e seus corpos. Em suas pespectivas, os paradigmas de aparência perfeita e corpo idealizado esteticamente, era concebido somente a divindades divinas,além de possuir objetivo claro de admiração e contemplação. No entanto, com o passar dos anos é analisado uma população com uma busca insensavel pela idealização fisicamente, evidenciando questões de saúde e bem estar.

Primordialmente, pode- se constatar as noções de beleza são estreitamente ligadas a autoestima, uma vez que pela pespectiva do individuo ele interpreta a si como algo belo ou feio. Logo, pessoas com elevada autoestima tentem a ter um amor própio maior, e as demais buscam incansávelmente uma satisfação pessoal. Salienta-se, uma influencia de opiniões externas e da mídia, ambos idolatrando pessoas magras com curvaturas corporais desta forma, as pessoas que não se encaixam são marginalizadas e sofrem preconceitos .Em suma, diante de tantas agressões e criticas o sujeito se priva de atitudes que poderam expo- lo, e favorecer o aparecimento de mais comentários, exemplos: Idas a praias, piscinas e o uso de roupas curtas.

Concomitantemente, a grande parte da sociedade que sobre discriminação pela sua aparência física, busca a qualquer custo se encaixar nos padrões de beleza impostos pela sociedade. Se submetem a dietas exageradas e inadequadas, exercícios físicos exercícios de maneira inadequada e processamentos cirúrgicos, sem considerar suas relações com a saúde. Segundo Dados do G1 Globo, 10% das mortes do país é devido a cirurgias plásticas, insipidamente os índices de cirurgicos realizadas não diminuem, revelando um descanso pela saúde em suma por objetivos idealizados. Segundo, o pensador Julio Sousa ‘‘Vivemos em uma sociedade que valoriza muito a aparência externa, impondo de certa forma um padrão de beleza ideal… ’’ reafirmando a estética corporal na nação.

Portanto são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, o Ministério da Educação deverá por meio de verbas públicas fornecer palestras e orientações para os alunos e a população ao redor na instituição, sobre a importância da auto aceitação e do amor própio. Exaltando sobre questões sobre a beleza e a diversidade, afim de gerar uma concientizacao e auto aceitação dos indivíduos. Além disso, urge que o Ministério das Comunicações promova ações midiáticas e cinematográfica em meios de comunicações em massa, a respeito das pessoas ’’ comuns’’, sem idealizações e perfecionismo, com o objetivo de promover visualizações reais e, auto afirmação dos cidadãs que ao assistirem os programas,se verao representados na mídia. Feito isso, a sociedade cainhará para o desenvolvimento.