Limites entre estética e saúde

Enviada em 31/07/2020

Com a comercialização de revistas e o crescimento de mídias digitais, a padronização de um corpo perfeito foi imposto na sociedade, ocorre muitas vezes com mulheres, mas os homens também são vitimas dessa padronização, principalmente no ramo do fisiculturismo, aonde o corpo mais definido, musculoso e grande é o mais bonito e o melhor.

Cirurgias plásticas é uma ajuda para a chegada desse corpo ‘‘perfeito’’, o que não é visto como errado, mas o exagero dessas cirurgias pode causar transtornos e um vício. O grande exemplo de um transtorno é o Dismórfico corporal, aonde a pessoa sempre acha um defeito em seu corpo, podendo ser um mínimo detalhe.

São inúmeros os exemplos de mudanças drásticas, pessoas conhecidas como Ken humano ou Barbie humana, aonde indivíduos fazem várias cirurgias para ficar parecido como um boneco ( Ken e Barbie). Em 2018 foi ao ar uma reportagem de um homem conhecido como ‘‘Hulk brasileiro’’ pelos seus grandiosos músculos, mas visto por uns parecido com uma deformidade do corpo, nessa mesma reportagem o homem mostra algumas dificuldades dele, tais como: posições confortável para se dormir, colocar uma camisa sem que ela rasgue e também dificuldade para fechar seu braço, devido ao tamanho do músculo. A partir desse ponto aonde o desconforto prevalece e a sua saúde pode estar em risco, já se passou do limite aceitável das mudanças.

Levando em conta que essas mudanças são aceitável, mas até o certo ponto que não prejudique sua saúde, por isso é preciso estimular limites nas vontades das mudanças corporais, tendo em vista que muitas dessas cirurgias e mudanças não são recomendadas por muitos médicos.