Limites entre estética e saúde
Enviada em 12/11/2020
De acordo com o Francis Bacon, ‘’não há beleza perfeita que não contenha algo de diferente’’. No Brasil, entretanto, essa afirmativa não é aderida por todos, sobretudo mulheres, uma vez que a busca pela perfeição, aliada à percepção da necessidade de ser notado(a), tem elevado o número de processos cirúrgicos e casos de morte devido à esses no país. Desse modo, é preciso analisar as causas ( influência midiática) e consequências (problemas de saúde) desse problema.
Inicialmente, é possível apontar os meios de comunicação social como intensificadores do entrave. Referente à isso, a música Pretty Hurts (a beleza machuca), da cantora Beyoncé, afirma que a mídia é a principal responsável por estimular as mulheres a buscarem um corpo perfeito. Nesse sentido, nota-se que os grandes veículos de informação, em vez de serem disseminadores de conhecimentos construtivos, estão sendo usados como instrumento de impedimento à capacidade de pensar de forma independente, o que corrobora para o empecilho.
Além disso, as consequências da falta de limites entre estética e beleza é desastrosas. Segundo o Portal Saúdemais, as cirurgias estéticas, por se pautarem na transformação corporal, podem causar efeitos não esperados pela(o) paciente, como hemorragia e deformidade no local em que foi realizado o procedimento. Com isso, deduz-se que as realizações de modificações no corpo podem ser nocivas ao indivíduo, uma vez que coloca em risco sua saúde e bem-estar .
Assim sendo, para atenuar o entrave, é necessário que o Governo (responsável por resolver os entraves que atentem contra a integridade humana) proíba a propagação de conteúdos que influenciem negativamente nas decisões das pessoas, a exemplo de conteúdos que propagam meios para se conquistar um corpo perfeito, por intermédio de aprovações dos deputados, para que o problema venha diminuir na sociedade.