Limites entre estética e saúde

Enviada em 17/12/2020

Como descrito por Newton, um corpo não terá seu movimento alterado a menos que uma força externa suficiente atue sobre ela, vencendo sua inércia. Esta é, a atual realidade dos limites entre estética e saúde, assim como tem sido no decorrer da história: uma inércia que persiste em detrimento da mídia e a falta de representatividade. Em suma, convém analisar os principais pilares dessa chaga social.

Em primeira análise, cabe pontuar que a mídia vem sendo uns dos pilares da problemática no país. Ela reforça, vendendo a insegurança de “corpo perfeito”. É muito comum, vermos nas redes de telecomunicações, modelo, atrizes e figuras famosas em geral, possuirem sempre o padrão de um corpo que é esperado e aceitado pela sociedade. Sendo assim, a maioria das mulheres acham que não possui um padrão de beleza aceitável recorrendo a dietas absurdas e procedimentos estéticos prejudicanco a saúde.

Ademais, destaca-se a falta de representividade como responsável para o crescimento do impasse no Brasil. As pessoas comuns, principalmente as mulheres, ao olhar para a mídia não encontram uma representação do seu padrão, e por sua vez, a crença de que seus corpos não é o ideal, causa nelas o sentimento de insegurança e a autoestima dessas pessoas é abaladas podendo levar a depressão.

Dessa forma, são necessárias forças externas suficietemente capazes de mudar o percurso da inércia no país. Portanto é mister que, a mídia aliado com o Ministério da Saúde, desenvolva um projeto, limites da perfeição que seja aprovado pelo senado e não fique só no papel, por meio de redes de telecomunicações, sensibilizando a patria a respeito da busca pela perfeição, e o mais importante que um padrão de beleza é a autoestima, saúde e o bem estar psicólogico, a fim de garantir o limite da população a respeito da estetica. Além disso, outras medidas devem se feitas, mas de acordo com Oscar Wilde “o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação”.