Limites entre estética e saúde

Enviada em 19/12/2020

O livro “Quero ser belo” relata uma obsessão do corpo perfeito para André, que ficou sabendo as consequências do uso de anabolizantes ao precisar ser hospitalizado. Análogo a isso, a realidade de muitas pessoas não se vê longe desse contexto, visto que o padrão de beleza ultrapassa a saúde. Outrossim, o avanço da tecnologia é um fator para isso, dado que a busca por melhorias estéticas cresce cada vez mais e interfere consequentimente na saúde das pessoas.

A priori, segundo o físico Albert Einstein “Tornou-se aterradoramente claro que a tecnologia ultrapassou a humanidade”. Correlato, com o avanço da tecnologia favoreceu o mundo da estética, visto que a busca pelos procedimentos por meio de aparelhos que resultam em cirurgias e entre outros tratamentos é evolução da ciência. Além disso, a sociedade implanta o padrão de beleza  ao enaltecer modelos com o corpo “perfeito”,  tendo como preferência para as revistas e propagandas de lojas.

Ademais, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM) procedimentos estéticos tais como botox, preechimentos, bichectomia e outros, rompem as barreiras naturais do corpo. Similarmente, hodiermante a busca por esses procedimentos são frequentes, porém as pessoas são ignorantes e não sabem ou não procuram saber  os riscos dessas invasões ao corpo, que  podem resultar em lesões e deformidades, levando até mesmo a óbito do paciente.

Em resumo, é imprescindível portanto, alternativas para solucionar os problemas abordados ao longo do texto. Cabe ao Ministério da Saúde (OMS), responsavél pela administração e manutenção da saúde pública,  alertar as pessoas por meio dos médicos sobre os riscos dos procedimentos estéticos, realizando campanhas  nas redes socias, além de introduzir a obrigatoriedade do responsável em falar os riscos a saúde para cada paciente e apresentar as opções não invasivas ao corpo, para assim diminuir os perigos apresentados e para que não haja mais pessoas como André do filme.