Limites entre estética e saúde
Enviada em 09/01/2021
A saúde não tem nada a ver com a estética, mas a formosura precisa estar ligada a uma vida saudável. Portanto não é eficiente ter a beleza desejada ao ponto que sua vida seja prejudicada, como o uso excessivo de botox e synthol, que são as drogas da juventude e vaidade.
Em primeiro lugar, o mundo digital e de marketing, como programas de televisão, redes sociais e revistas costuma vender uma imagem de pessoas com rostos finos, nariz pequeno, corpo musculoso, cabelo liso e comprido, cintura curta, glúteos avantajados e etc. Logo, sem uma mente blindada e uma boa autoestima, o jovem que não tem tais feitíos se dedica a mudar seu corpo a qualquer custo, e se mata aos poucos ao aplicar synthol, por exemplo, que é para ganho de massa exagera, e pode causar infarto e embolia pulmonar, diz o G1.
Em segundo lugar, não é de hoje que o mundo fala e ilustra formas de ter uma longevidade sem fim, nunca evelhecer, como no filme Adaline, que sofre um acidente e algo mágico acontece ao ponto dela nunca abandonar sua vitalidade. Todavia na vida real o povo opta pela Toxina Butolínica, visto que é uma substância que aloja a bactéria Clostridium Botulinum e, ao injetar no músculo, o tecido é paralisado, perde sua funcionalidade e não se mexe, nem evolui, logo tarda o envelhecimento, pois evita rugas. Não é por acaso que, em 2019, o Brasil liderou o raking de país com mais jovens que fazem cirurgia plástica no mundo, segundo O Globo.
Em virtude dos fatos mencionados, a autoestima está em baixa e a vaidade está alta no Estado. Destarte, o Ministério da Educação (MEC) precisa propor que o Presidente sancione uma lei que obrigue psicólogos terem contato com os alunos em todas as escolas no território brasileiro, assim, os vigentes crescerão com a mente mais forte e equilibrarão a forma da sua carcaça com o bem-estar.