Limites entre estética e saúde
Enviada em 18/05/2021
A busca pelo belo vem desde a Grécia Antiga. Assim, a mídia e indústrias de beleza impõe o corpo perfeito. Desse modo, nos dias de hoje a busca por cirúrgias plásticas que são incomuns podem colocar à saúde em risco, ademais, deve-se ter ou controle com procedimentos estéticos.
Em primeira análise, é notório que em alguns casos a irreponsabilidade em fazer intervenções plásticas resultará na deformação de partes. Nessa perspectiva, o site “A Gazeta” mostra a Barbie Humana que fez mais de 70 cirúrgias plásticas, para aparecer com a boneca Barbie. Logo, a busca pela perfeição ou para assemelhar-se com personagens infantis colocará à saúde em risco, além de não observar os problemas que podem ocorrer.
Além disso, as condições financeiras levam ao mais acessível que resultam em produtos e profissinais precários. Por isso, de acordo com o site do G1 relata a morte de uma mulher procedimento após realizar para aumentar bumbum, com um falso médico e utilização de materiais fajutos. Dessa forma, deve-se preocupar com a escolha de pessoas capacitadas para a realização de cirúrgias plásticas.
Portanto, deve sim existir limites entre estética e saúde. Nesse contexto, cabe um CONAR proibir propagandas de indústrias de beleza em que promovem o modelo de corpo perfeito, e, alertar sobre os riscos de procedimentos estéticos por meio de anúncios em redes sociais e cartazes, com a finalidade das pessoas aceitarem seus corpos e se atentarem para à saúde. Diante disso, haverá limites para que o bem-estar seja preservado.