Limites entre estética e saúde

Enviada em 25/10/2022

A afirmação " O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles", atribuída à filósofa Simone de Beauvoir, retrata a inércia da sociedade frente aos problemas do cotidiano. Para além da afirmação, observa-se uma estagnação da população referente às problemáticas encontradas nos limites entre estética e saúde. Nesse viés, trona-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam banalizar estética e excesso de magreza.

Em primeiro lugar, é preciso destacar que a inatividade do Estado potencializa a adversidade da negligência. Esse contexto de inoperância dos setores de poder exemplifica a teoria do filósofo Jonh Locke, que descreve a incompetência do governo como violação do contrato social. Sob essa ótica, devido a baixa atuação das autoridades, surge a estética banalizada, por falta de informação correta e verídica sobre os males causados pela busca desenfreada da aparência perfeita.

Além disso, é igualmente preciso apontar o excesso de magreza como outro fator. Posto isso, no jornal G1 foi publcado em 2012: 45,3% dos entrevistados ao olhar no espelho enchergam um corpo acima do peso e também relata sobre as doenças que podem acometer como, diabetes, hipertensão e colesterol. Logo, é inadimissível que os brasileiros continuem sem informação sobre saúde, tanto a mental quanto a corporal.

Portanto, para o limite entre estética e saúde, urge que o Estado crie programas, como propagandas na tv, por meio de investimento privado. Somente assim, mais pessoas terão o conhecimento sobre bem estar e conscientização de não precisar caçar uma estética que só é visto em revistas de moda após o uso do programa “photoshop”. Ademais, as propagadas devem passar em horário nobre, desta forma, irá alcançar o máximo de espectadores. Assim, a população não terá de se habituar com a estagnação da sociedade referente aos problemas.