Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 15/10/2020
De acordo com o filósofo Sartre, o ser humano é livre e responsável. Contudo, no Brasil, a liberdade está se transformando em ódios nas redes sociais, o que tem tornado indivíduos, ou grupos inteiros, vítimas de palavras constrangedoras e aversivas. Nesse sentido, essa situação é um problema causado não só pela falta de impunidade, mas também por conta da má educação familiar.
Inicialmente, a ausência de punição contra os discursos de aversão na internet perpetua o empecilho. De acordo com a Lei da Inércia, de Isaac Newton, a tendência de um corpo é permanecer constante quando não é exercida nenhuma força sobre ele. Desse modo, é inadmissível que, em um país cuja sua Constituição defende a não aceitação de qualquer tipos de atos violentos que fere a integridade e o bem estar social, o Estado não esteja trabalhando em medidas efetivas para combater as críticas virtuais.
Além disso, o ensinamento parental está diretamente relacionado ao empecilho. Segundo o filósofo Emmanuel Kant, o indivíduo é aquilo que a educação faz dele. Com isso, lê-se como nociva a percepção de que a má índole associada a falta de instrução eficaz por parte dos educadores de uma pessoa representa um dos maiores motivadores do comportamento agressivo e preconceituoso na internet.
Portanto, é preciso medidas para atenuar a problemática. Para isso, o Governo deve punir os agressores de forma a não cometerem o mesmo erro, como considerar tal ato inafiançável e colocando o indivíduo direto na prisão, por meio de reuniões e aprovações no parlamento, na finalidade de diminuir os comportamentos de violência nas redes sociais. Desse modo, a concepção de Sartre será verificada na sociedade brasileira.