Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 29/10/2020
Segundo Albert Einstein, físico alemão, “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade”. Nesse viés, é notório a amplitude da tecnologia, principalmente se tratando de internet. Entretanto, há problemáticas que envolvem a dignidade do ser humano. Nesse sentido, vê-se necessário maior atenção as mensagens de ódio e, consequentemente, mais participação governamental para criar planejamentos a fim de punir os responsáveis.
Em primeiro lugar, o linchamento virtual começa quando alguma atitude é entendida como errada, são expressadas através de publicações nas redes sociais, seguidas de ofensas e até ameaças de morte. Portanto, todos estão sujeitos ao linchamento virtual, podendo ser uma celebridade, um jornalista ou um desconhecido. Para ilustrar, o apresentador do Big Brother Brasil, Tiago Leifert, fez um pronunciamento polêmico sobre dois participantes do reality. Por consequência, teve seu nome nos assunto mais comentados do Twitter.
Em segundo plano, é imprescindível a participação do Governo Federal, para elaborar estratégias cibernéticas, pois os autores se sentem protegidos, na maioria das vezes, pelo uso do anonimato dos perfis utilizados, o que causa maior repressão às vítimas. Desse modo, os indivíduos teriam grande aporte para lidar com o problema e, sobretudo, segurança para utilizar a web.
Por fim, urge a necessidade do Governo Federal liberar mais verbas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, para que tenham condições de proporcionar os melhores e mais modernos equipamentos para as autoridades policiais, para auxiliar na atuação dentro da internet. Dessa forma, investir em anúncios informativos por toda rede, de como prevenir esses ataques, com a ideia de transmitir os cuidados ao máximo de pessoas. Logo, a tecnologia excedida citada por Einstein, passaria a ser utilizada de forma benéfica para os sofrentes.